Edson Santos
Professor de Jazz Dance Com mais de 30 anos de experiência, é graduando no curso de
licenciatura em dança, professor e coreógrafo com ênfase para o contemporary jazz e o lyrical
jazz. Responsável pela direção artística e coreografias da Cia Independente de Dança de SP.
ministra cursos e workshops de dança em grandes escolas e festiviais competitivos pelo Brasil,
Argentina e Paraguai, entre eles: Raça Centro de Artes, Cia Eliane Fetzer, IOA Dança, Cristina
Cara, Cia de Cubatão, Festival de Dança de Joinville, Passo de Arte É membro do corpo docente
do Laboratório de Dança do Portal do MUD em SP. Avaliador, mediador e jurado em
importantes festivais competitivos e escolas de dança do Brasil e países do mercosul. Foi
bailarino e assistente de coreógrafo de Roseli Rodrigues pela Raça Cia de Dança de SP;
membro do comitê de especialistas em dança para pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de
Biomecânica do Movimento e da Postura Humana da USP; professor e coreógrafo convidado
para o 3º Ateliê Internacional da São Paulo Cia de Dança; masterclass do IV CONGRESSO
INTERNACIONAL DE JAZZ DANCE; Residencia Mercosul SP e da Cia Jovem da Fundação
Cassiano Ricardo de SJC/SP. Já obteve seu reconhecimento artístico em diversos festivais de
dança renomados, como Festidança, Festival de Joinville/SC e outros grandes festivais. Foi três
vezes contemplado com o Prêmio Guarulhos Cultural por seus trabalhos com a dança, onde,
mais tarde, passou a atuar como mediador e orientador artístico convidado.
Eleusa Lourenzoni
Bailarina, Coreografa, Maitre de Ballet, formada pela Escola Municipal de Bailados de São
Paulo, Royal Academy of Dance de Londres, graduada pela Universidade Belas Artes de São
Paulo em História da Arte - Teoria e Crítica, especializada na terminologia do Balé e História da
dança. No Brasil foi vice presidente do Conselho Internacional da Dança CID UNESCO,
atualmente é Curadora e Diretora Artística do Festival Dança Brasil, Portugal Dance
Competition, representante no Brasil do Tanzolymp Berlin e Diretora do curso de férias Atibaia
Dance Camp. É professora convidada nos Estados Unidos do Dance Art Creative Center em
Nova Iorque, na europa professora convidada do Estudio Plus Tanz – Berlin e do Centro de
Dança do Porto, Estudio de Dança Margarida Valle, Academia de Bailado de Guimarães e
GEMDA Dance Hub – Portugal.
Miriam Druwe
Graduada em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes, diretora, intérprete criadora com
formação clássica e moderna, desenvolve pesquisa de linguagem, ministra cursos de dança
contemporânea, criação e composição Participou das principais companhias profissionais de
dança de SP como: Balé da Cidade de São Paulo, Cisne Negro Cia de Dança, República da
Dança, Balé Opera Paulista. Diretora e coreógrafa da Cia Druw. Premiada pela APCA 1993 –
melhor bailarina. Indicação como intérprete APCA 2019.
Trabalhou com coreógrafos de renome como: Luiz Arrieta, Ana Mondini, Vitor Navarro, Gisela
Rocha, Vasco Wellemcamp, Gigi Caciulenau, Phillip Tallard, Janet Smith, José Possi Neto e
mestres como: Ismael Guiser, Yoko Okada , Sacha Svertlof, Jane Blaut, Yellê Bittencourt, Penha
de Souza entre outros.
Participou como intérprete dos espetáculos Mucho Corazon, Alma em Fogo e O Bailado do
Deus Morto, dirigido por José Possi Neto. Em 2019, como intérprete criadora, recebeu
orientação dramatúrgica de José Possi Neto na pesquisa e criação de Sei solo” com o violinista
Erich Lenninger no auditório do Masp, bem como Memórias junto à pianista Silvia Goés no
Instituto Tomie Ohtake e participando também dos Ensaios Coreográficos no TUSP, curadoria
Helena Bastos.
De 2011 a 2014 foi diretora artística e coreógrafa Corpo Estável de Dança do Teatro Municipal
Polytheama de Jundiaí com a criação dos espetáculos Ressonâncias junto à Orquestra
Sinfônica de Jundiaí e Sobre os trilhos. Desde 1996, com a criação da Cia Druwe, vem
desenvolvendo uma linguagem própria estruturada em uma sólida pesquisa em dança
contemporânea, ministrando aulas sendo convidada por companhias profissionais como: Balé
da Cidade de São Paulo, Cisne Negro, Cia Cênica Nau de Ícaros e, ao longo dos anos, participou
de projetos de formação como na Escola Livre de Dança de Santo André, Cefac (Centro de
Formação em Artes Circences), oficinas no Centro Cultural SP, Sescs, Galpão do Circo, Fábrica
de Cultura Núcleo Luz e Festivais de Dança no Brasil, como também oficinas para crianças e
educadores.
Alex Kiton
O professor e coreógrafo, Alex Kiton, 53 anos, tem uma carreira de 35 anos como bailarino. Ele
é um artista premiado em grandes festivais de dança no Brasil e também em competições
internacionais, como na Argentina e Itália.
Alex dirigiu o Corpo de Baile de Valinhos por 14 anos e, atualmente, ministra aulas de balé
clássico, do método cubano, Pas de Deux e Dança Contemporânea.
Sobre a sua carreira de mais de três décadas como bailarino, Alex relembrou que já integrou
grandes grupos de balé do país. “Fui bailarino do Cisne Negro Cia de Dança, de São Paulo, e da
Cia de Dança Lina Penteado, de Campinas. Também já participei de festivais por todos os
estados e em vários países”, contou o bailarino que hoje tem a sua própria companhia de
dança.
Hoje, Alex é um dos coordenadores do tradicional evento “Valinhos em Dança”, que reúne
diversos bailarinos de todo o país. Ele já foi premiado com Bolsa Rede Stagium para jovens
coreógrafos e foi produtor do projeto Dança e Cidadania, em 2011.
“Nos anos de 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020 integrei a banca examinadora da Cia
Experimental e Cia de Danças, em Bauru, para selecionar e avaliar jovem bailarino” disse Alex
ao destacar que já participou de produções importantes pelo Brasil como Mapa Cultural
Paulista, Curso Internacional de Danças de Salto, Dança Litoral, em Ubatuba, Festival de Dança
Brasil, em Itatiba, e Congresso Internacional de Dança de Campos dos Goytacazes, no Rio de
Janeiro.
Vinicius Borges
É coreógrafo, professor e bailarino com uma paixão duradoura pela dança. Sua
jornada na área começou aos sete anos, quando iniciou suas primeiras aulas de Ballet e Jazz.
Aos treze anos, adentrou o mundo das Danças de Salão, onde teve um encontro revelador com
os ritmos a dois.
Sua formação e experiência foram enriquecidas ao estudar no Kleine Szene Studio de Dança,
onde não apenas se formou, mas também trabalhou como professor e coordenador. Ao lado
de Vanessa Jardim, desempenhou um papel significativo como professor e coordenador do
projeto "Dois pra lá, Dois pra cá" da prefeitura de Santo André.
Com mais de doze escolas e estúdios de dança do ABC e da Grande São Paulo no currículo,
Vinicius contribuiu amplamente para a cena da Dança de Salão , ministrando aulas e
workshops. Seu compromisso com a educação continuou com sua incursão na Licenciatura
Plena em Dança na Faculdade Paulista de Artes, seguida pela Pós-graduação em Dança e
Consciência Corporal pela Universidade Estácio de Sá.
Em resposta aos desafios impostos pela pandemia, Vinicius demonstrou sua dedicação à
aprimorar sua expertise, embarcando em uma segunda pós-graduação em Dança - Abordagens
Técnicas e Gestão pela Universidade Rio Branco. Sua especialização em Danças Latinas,
particularmente em Salsa e Bachata, tornou-o uma das referências no país. Atualmente,
leciona em prestigiosos congressos nacionais e internacionais, compartilhando sua singular
metodologia que funde técnicas de Jazz Dance com as vibrantes Danças Latinas. Seu estilo
inovador e abordagem única são marcas registradas de sua notável carreira na dança.
Adriana Roda
Uma história que começou com uma paixão desde a infância, hoje se desdobra em uma
trajetória marcante e inspiradora. Conheça Adriana Nunes Roda, conhecida artisticamente
como Adriana Roda, uma bailarina renomada que não só viveu a dança, mas também a
transformou em uma herança familiar e um centro de arte em Valinhos.
Tudo começou com um sonho infantil, quando aos 8 anos de idade, Adriana estava fixada no
ballet clássico, ansiosa para participar das aulas que assistia na televisão. E assim, aos 9 anos,
deu os primeiros passos em direção a uma jornada que a levaria a palcos internacionais e a
uma vida repleta de movimento e expressão.
Influenciada por sua primeira professora, que compartilhava livros e vídeos sobre dança em
uma época em que o acesso a esses recursos era limitado no Brasil, Adriana encontrou sua
vocação. Aos poucos, as sementes da paixão cresceram e a levaram a se juntar a companhias
de renome, como o Ballet Stagium e a Cisne Negro Cia de Dança. Sob a luz dos holofotes, ela
se destacou em papéis memoráveis, como o icônico “O Quebra Nozes” e “Don Quixote”,
marcando presença em palcos de 26 países ao redor do mundo.
No entanto, a dança não apenas a levou a conhecer o mundo, mas também a encontrar o
amor de sua vida. Conheceu seu esposo, Alex Kiton, durante sua jornada na Cisne Negro Cia de
Dança. Uma parceria que se tornaria a base para um novo capítulo de sua história.
Após uma década de intensa dedicação em São Paulo, Adriana e Alex se mudaram para
Valinhos, onde a semente de um sonho começou a florescer ainda mais. Ela iniciou suas aulas
na antiga Casa da Cultura, enquanto seu marido e filhos também se tornavam parte ativa
desse mundo. E assim, nasceu o “Espaço D de Dança”, um centro onde o amor pela dança
transcende gerações.
Mas o caminho não foi fácil. Assumir o papel de empreendedora, além de ser mãe e
professora, trouxe desafios que só a paixão e determinação de Adriana poderiam superar. E
ela não estava sozinha. A parceria com seu marido e a dedicação da equipe de instrutores que
ela treinou e confiou ao longo dos anos ajudaram a moldar o sucesso do Espaço D.